Os executivos corporativos devem constantemente olhar para trás, observando os produtos e processos do passado, enquanto também olham para frente, preparando-se para as inovações que definirão o futuro. Esse equilíbrio mental é um dos maiores desafios gerenciais, pois exige que os executivos explorem novas oportunidades ao mesmo tempo em que trabalham para aproveitar as capacidades existentes. Não é surpresa que poucas empresas consigam fazer isso bem. Mas, como todo empresário sabe, há empresas que conseguem.
Qual é o segredo delas? Essas organizações separam suas unidades exploratórias das tradicionais, permitindo que tenham processos, estruturas e culturas diferentes, ao mesmo tempo em que mantêm conexões estreitas entre as unidades no nível executivo sênior. Essas “organizações ambidestras“, como os autores desse artigo de 2004 as chamam, permitem que os executivos desenvolvam inovações radicais ou disruptivas enquanto também buscam ganhos incrementais. Continuar lendo As organizações ambidestras



