Quando pessoas ao redor do mundo são convidadas a refletir sobre líderes inspiradores e líderes frustrantes, três fatores principais se destacam na diferença entre eles. Líderes inspiradores são visionários: enxergam o panorama geral e oferecem uma visão otimista e significativa do futuro. Isso atende à necessidade humana de significado e propósito. Líderes inspiradores são exemplos do comportamento desejado: são protetores calmos e corajosos, genuinamente apaixonados, extremamente competentes, mas também humildes. Isso atende à necessidade humana de proteção e paixão. Por fim, líderes inspiradores são ótimos mentores: empoderam, incentivam e demonstram empatia, mas também desafiam os outros a serem a melhor versão de si mesmos. Isso atende à necessidade humana de apoio e reconhecimento. Continuar lendo O que diferencia líderes inspiradores
Autor: Publicador
Ainda estamos solitários no trabalho
Está na hora de as organizações adotarem uma nova abordagem.
Nos últimos anos, o grande impacto da solidão no trabalho sobre os custos com saúde, absenteísmo e rotatividade tem recebido ampla atenção. Apesar da crescente conscientização, o problema persiste, com um em cada cinco funcionários no mundo todo sentindo-se solitário no trabalho. Neste artigo, os autores desmistificam crenças sobre a solidão no trabalho, como a ideia de que o trabalho presencial ou a atribuição de tarefas em equipe podem resolver o problema. Eles enfatizam que a solidão não é apenas um problema pessoal, mas também organizacional, influenciado pelo ambiente de trabalho. Continuar lendo Ainda estamos solitários no trabalho
Como os melhores conselhos de administração se engajam com a gestão
Os conselhos de administração (boards) enfrentam hoje um desafio complexo: como fornecer a supervisão adequada da gestão sem comprometer sua autonomia e eficácia. Muitas vezes, os conselhos mantêm um único modo de engajamento em todas as situações, independentemente do tipo ou da importância da decisão a ser tomada. Essa falta de flexibilidade pode comprometer significativamente a eficácia do conselho, especialmente em contextos complexos e em rápida mudança. Este artigo apresenta quatro modos de engajamento — passivo, mentor, parceiro e controle — destacando as características únicas de cada um. A chave para se tornar um conselho ágil é entender que o modo de engajamento apropriado depende da decisão a ser tomada. Diversos fatores podem influenciar a escolha do modo adequado, mas a pesquisa dos autores revela que quatro são críticos: impacto no valor, conflitos de interesse, implicações para a missão e talentos e capacidades. Conselhos ágeis não apenas melhoram sua própria eficácia, mas também fomentam uma relação mais colaborativa e produtiva com a gestão, impulsionando melhores resultados para as organizações e seus stakeholders. Isso não é apenas um diferencial, mas uma necessidade. Continuar lendo Como os melhores conselhos de administração se engajam com a gestão
Aprender habilidades emergentes nem sempre compensa
É crucial que sua empresa invista em treinamentos que tenham um impacto duradouro e significativo na organização. Pode parecer que isso significa focar em novas habilidades inovadoras que os funcionários usarão no futuro, mas pesquisas mostram que fortalecer as habilidades essenciais que os trabalhadores precisam imediatamente traz um retorno muito maior.
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A organização ambidestra
Os executivos corporativos devem constantemente olhar para trás, observando os produtos e processos do passado, enquanto também olham para frente, preparando-se para as inovações que definirão o futuro. Esse equilíbrio mental é um dos maiores desafios gerenciais, pois exige que os executivos explorem novas oportunidades ao mesmo tempo em que trabalham para aproveitar as capacidades existentes. Não é surpresa que poucas empresas consigam fazer isso bem. Mas, como todo empresário sabe, há empresas que conseguem.
Qual é o segredo delas? Essas organizações separam suas unidades exploratórias das tradicionais, permitindo que tenham processos, estruturas e culturas diferentes, ao mesmo tempo em que mantêm conexões estreitas entre as unidades no nível executivo sênior. Essas “organizações ambidestras“, como os autores desse artigo de 2004 as chamam, permitem que os executivos desenvolvam inovações radicais ou disruptivas enquanto também buscam ganhos incrementais. Continuar lendo A organização ambidestra
Como a P&G triplicou sua taxa de sucesso em inovação
Esse artigo (publicado em 2011 no HBR) conta como no início dos anos 2000, enfrentando uma lacuna alarmante entre suas metas de crescimento e o que seu pipeline de inovação estava entregando, a Procter & Gamble criou uma “fábrica de novo crescimento” — uma rede de estruturas e capacidades inovadoras para rapidamente levar novos produtos e até modelos de negócios desde a concepção até o mercado.
As inovações resultantes variam de uma lâmina de barbear de 33 centavos de dólar (no distante ano de 2011) para consumidores em economias emergentes até os Tide Dry Cleaners — estabelecimentos com janelas drive-thru e ponto de entrega e coleta 24 horas. Os autores desse artigo da década passada — Bruce Brown e Scott D. Anthony — nos relatam os seus desafios.
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Ampliando inovações transformacionais
Para grandes empresas que operam em setores maduros—como Procter & Gamble em bens de consumo, Apple em eletrônicos de consumo e Adobe em software na nuvem—impulsionar o crescimento é um desafio constante.

O crescimento por meio de aquisições é sempre uma opção, mas as empresas frequentemente descobrem que os custos superam os benefícios. De acordo com os autores desse artigo publicado no Harvard Business Review, o único caminho confiável para manter a liderança no mercado é a inovação transformacional:
mudanças significativas em produtos e serviços que redefinem as expectativas dos clientes, oferecendo desempenho consideravelmente melhorado, fornecendo novos tipos de valor, resolvendo trade-offs de longa data e/ou reduzindo radicalmente os custos de fabricação.
Para entender o que torna as inovações transformacionais bem-sucedidas, os autores estudaram duas delas na Procter & Gamble: Oral-B iO, uma escova de dentes elétrica “inteligente” que mudou a experiência da higiene bucal, e Always Infinity, um absorvente de classe mundial que resolveu a tensão de longa data entre conforto e proteção. Neste artigo, os autores apresentam um manual para ampliar a inovação transformacional, organizado em torno de quatro grandes desafios:
- fornecer liderança suficiente;
- formar a equipe certa;
- mobilizar recursos e capacidades;
- tomar decisões de alto risco. Continuar lendo Ampliando inovações transformacionais
A estratégia numa era de expertise abundante
Estamos nos estágios iniciais da era da inteligência artificial (IA), e a tecnologia está evoluindo extremamente rápido. Provedores estão introduzindo rapidamente “copilots“, “bots” e “assistentes” de IA em aplicações para aprimorar os fluxos de trabalho dos funcionários. Exemplos incluem o GitHub Copilot para programação, o ServiceNow Now Assist para melhorar produtividade e eficiência, e o Agentforce da Salesforce para tarefas diárias de negócios. Essas ferramentas foram treinadas em uma ampla variedade de fontes de dados e possuem um vasto conhecimento em muitos domínios. O nível de expertise dessas ferramentas continua crescendo rapidamente, enquanto o custo de acesso a elas diminui. Em um futuro relativamente próximo, agentes de IA mais avançados, equipados com maior capacidade e conhecimento mais amplo, operarão em nome dos usuários com sua permissão. Empresas que souberem aproveitar os benefícios da IA poderão conduzir negócios de maneira mais eficiente, inovar com mais agilidade e crescer com maior clareza e foco. Continuar lendo A estratégia numa era de expertise abundante
Transforme o feedback dos funcionários em ação
Para gerenciar a experiência dos funcionários, os líderes precisam compreender profundamente as percepções, sentimentos e desejos dos colaboradores e responder de forma estratégica. Isso é especialmente crucial quando há um grande investimento de recursos na coleta de feedback por meio de pesquisas rápidas, reuniões gerais e análise de dados de comunicações internas. No entanto, muitos líderes se sentem sobrecarregados com a quantidade de dados e enfrentam dificuldades para transformá-los em insights acionáveis. Os autores deste estudo realizaram entrevistas detalhadas com executivos e líderes de RH de mais de 20 empresas multinacionais dos setores de tecnologia, serviços financeiros e bens de consumo. O estudo revelou que, embora a tecnologia tenha simplificado a coleta de dados, o verdadeiro desafio está em interpretá-los e integrá-los a uma estratégia coerente. Continuar lendo Transforme o feedback dos funcionários em ação
Pessoas que guardam segredos da empresa encontram mais significado no trabalho
Nesta entrevista, Michael Slepian, da Columbia Business School, explora como a confidencialidade no trabalho afeta o bem-estar dos funcionários. Slepian e seus co-pesquisadores descobriram que, embora guardar segredos possa causar estresse e frustração, isso também proporciona aos funcionários uma sensação de importância e status, tornando seu trabalho mais significativo. O estudo destacou o equilíbrio entre os efeitos negativos e positivos de manter segredos organizacionais e a importância do contexto nessa dinâmica. Continuar lendo Pessoas que guardam segredos da empresa encontram mais significado no trabalho
