Já temos instrumentos para inovar

Em uma reveladora entrevista, Carlos Henrique de Brito Cruz, diretor-científico da Fapesp e ex-reitor da Unicamp, analisa os papéis que os setores público e privado estão desempenhando na construção de uma capacidade de pesquisa industrial –que entrou no foco do País há apenas três anos–, aponta o que falta fazer e mostra-se otimista em relação às perspectivas futuras e incentivos para inovar.

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Administrar com pensamento, visão ou ação?

Qual desses modelos de tomada de decisão você deve utilizar agora? O executivo eficaz deve dominar os três, baseados, respectivamente, na lógica racional, na intuição e na ação, e saber qual usar de acordo com o contexto para administrar. É o que explicam Henry Mintzberg, um dos mais renomados especialistas em estratégia empresarial, da McGill University, do Canadá, e Frances Westley, professora da também canadense University of Waterloo

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Além da Revolução da Informação

Há 15 anos o mestre em administração de empresas Peter Drucker já alertava aos executivos que a revolução da informação estava ainda numa etapa inicial. A internet conectava menos de 30% dos negócios e empresas no início do ano 2000 e muitas decisões eram tomadas sem conhecer o panorama completo dessa nova revolução. Vamos reler esse artigo profético do mestre Drucker para analisarmos o que ocorreu após essa Revolução da Informação.

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Os quatro motivos do sucesso da Tesla

A Tesla é muito maior do que imaginamos. Quando vemos um dos seus veículos rodando pelas ruas, utilizando baterias e tecnologia de direção autônoma, nem pensamos em todas as inovações que tornaram possível a produção desses carros com um valor aproximado de um carro movido a motor de combustão interna. Vamos nesse artigo analisar os quatro motivos do sucesso da Tesla.

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Adubar sim, mas com inteligência e estratégia

Para muitos agricultores, nas principais regiões produtoras de grãos do País, o investimento contínuo em adubação a cada safra é sinônimo de altas produtividades. A prática de adubar também é responsável por altos custos, já que corretivos e adubos representam 30% ou mais dos gastos em sistemas de produção que envolvem as culturas de soja e milho.

A boa notícia é que pesquisadores da Embrapa e de outras instituições de pesquisa comprovaram, em experimentos conduzidos em áreas de produção comercial de grãos, que em muitas situações é possível reduzir ou até mesmo deixar de adubar por algumas safras, sem perdas significativas de produtividade.

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Brasil ainda importa 75% dos fertilizantes

“Em tal maneira é graciosa que, querendo-a aproveitar, dar-se-á nela tudo”, escreveu Pero Vaz de Caminha, descrevendo a fertilidade da terra que se tornaria o Brasil. Caminha, infelizmente, pouco sabia de agricultura, e o ditado “em se plantando, tudo dá”, que hoje ecoa a impressão do visitante português, não passa de propaganda enganosa. Um olhar mais atento revela que a terra tupiniquim sofre com a falta de componentes essenciais para o desenvolvimento vegetal, e que seria necessário um jeitinho brasileiro para transformar este vasto território em potência agrícola. Ainda importamos muitos fertilizantes.

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