A classe média global, historicamente definida como o motor do crescimento econômico e da estabilidade democrática, enfrenta uma crise estrutural silenciosa.
Os custos crescentes de sobrevivência básica e as transformações tecnológicas têm desafiado a manutenção desse padrão de vida ao redor do mundo.
No Brasil, esse fenômeno ganha contornos dramáticos com o superendividamento, enquanto nos Estados Unidos e na Europa reflete-se na perda de espaço demográfico.
