Kathleen McLaughlin, executiva-chefe de sustentabilidade da gigante supermercadista, acredita que sua empresa está cumprindo esse papel e descreve, nesta entrevista, as iniciativas que comprovam a tese. As empresas existem para servir a sociedade. A questão é: Como elas interpretam isso e o que fazem?
Categoria: Liderança
O que alegra o seu coração?
Celebrado por sua visão de design e seu empreendedorismo inovador, Steve Jobs deve ser visto também como um storyteller que falava a língua da paixão. Vender as ideias de um jeito que capture a imaginação do interlocutor era o principal diferencial do cofundador da Apple.
O CEO pensador e por que a reflexão compensa
O estado “sempre ocupado” traz um custo cognitivo; três fatores podem ajudar quem quer começar a se dedicar mais ao pensar e colher os benefícios dessa mudança.
Muitos presidentes de empresas vivem como se estivessem em uma esteira ergométrica permanentemente ligada. Em constante pressão por desempenho, estão no foco das mídias sociais 24 horas por dia, sete dias por semana, e precisam lidar com uma enorme quantidade de informações.
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O que torna um CEO excepcional?
Uma análise das primeiras iniciativas de executivos de destaque mostra o que faz um líder (CEO) brilhar mais do que outros.

O Oriente Médio pode inspirar sua liderança
A região traz lições valiosas para gestores e para a dinâmica das equipes.

Quem seria seu líder ideal?
Pesquisa “Carreira dos sonhos”, realizada pela Cia de Talentos, mostra que jovens talentosos buscam referências num líder, e média gerência e alta liderança querem líderes que desenvolvam suas habilidades.
O Princípio de Oz
Leia nesse artigo o primeiro capítulo e um resumo do livro “O princípio de OZ” – O Mágico: buscar mais accountability (responsabilidade individual) nas empresas.
É amplamente sabido que negócios fracassam, na maioria das vezes, por erros de gestão. No entanto, raros são os executivos que admitem o fato. Em vez de assumir a responsabilidade pelas derrotas, grande parte deles arruma desculpas, como falta de recursos disponíveis, falta de funcionários eficientes, falta de escrúpulos da concorrência. O que falta mesmo a esses gestores, contudo, é accountability.
Empresas muito hierárquicas, como costumam ser as brasileiras, têm déficits agudos de accountability. Esse livro busca ilustrar e resolver o problema, com uma metodologia passo a passo que ensina você e qualquer pessoa de sua empresa a puxar para si a responsabilidade e a ter um senso de dono. O primeiro capítulo, aqui reproduzido na íntegra, explica a divertida e educativa analogia com a história d’O Mágico de Oz.
O lado negativo das decisões em grupo
O trabalho em equipe é cada vez mais saudado, mas é preciso evitar as distorções que ele causa. E tomar decisões em grupo faz parte da rotina das empresas.
Reorganização com menos sofrimento
Mudanças de cargos e demissões não têm de gerar o caos, mas a maioria delas gera, e por longos períodos; o que falta é um plano com três elementos para se comunicar com os funcionários – e com outros stakeholders. Vamos analisar nesse artigo os desafios para uma reorganização mais eficiente.
O modelo gerencial das 3 caixas
Conheça o método gerencial do professor do Dartmouth College para lidar com os maiores desafios enfrentados por gestores que buscam inovar. O prof. Govindarajan nos ajuda a atacar os desafios com a metáfora das três caixas:
- a Caixa #1 consiste em gerenciar o negócio do presente com a máxima eficiência;
- a #2, em escapar das armadilhas do passado, abrindo mão do que perde relevância conforme o ambiente muda;
- e a #3, em gerar ideias inovadoras e convertê-las em novos produtos e negócios.
Ele detalha as práticas, habilidades e atitudes certas para cada caixa e traz exemplos como o da IBM.
