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Os motores de busca não mudam suas opiniões – eles as reforçam

Apesar do que alguns possam pensar, procurar informações online dificilmente muda a opinião das pessoas sobre determinado assunto. Isso ocorre porque as crenças pré-existentes influenciam fortemente os resultados obtidos em mecanismos de busca como Google ou Bing.

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Como a IA está redefinindo os papéis gerenciais

A Inteligência Artificial libera os gerentes intermediários da constante coordenação de projetos. Faz menos de três anos desde que a OpenAI lançou o ChatGPT, mas a tecnologia já começou a transformar o ambiente de trabalho. Tarefas que antes consumiam grande parte dos dias de muitos funcionários agora podem ser feitas de forma mais rápida — e, em alguns casos, automaticamente, redefinindo os papéis gerenciais.

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Não permita que um erro de I.A. possa afetar negativamente a sua marca

A inteligência artificial está sendo adotada em tudo, desde automóveis até chatbots, mas produtos com IA — como todos os produtos — eventualmente falham. E a forma como uma empresa divulga seus sistemas de IA afeta as repercussões que enfrentará quando ocorrer uma falha. Julian De Freitas, professor assistente da Harvard Business School, realizou diversos estudos sobre os perigos de um erro de I.A. sob a perspectiva do marketing.

Ele afirma que, para promover com sucesso seus produtos de IA, os profissionais de marketing precisam primeiro entender as atitudes únicas dos consumidores em relação à IA. Especificamente, eles devem considerar cinco armadilhas relacionadas às percepções dos consumidores:

  1. As pessoas tendem a culpar a IA em primeiro lugar;
  2. Quando uma IA falha, as pessoas perdem a confiança em outras;
  3. As pessoas culpam mais as empresas que exageram as capacidades da IA;
  4. As pessoas julgam com mais severidade IAs que se comportam como humanos; e
  5. As pessoas ficam indignadas com preferências programadas.

Este artigo analisa como as empresas devem se preparar para falhas — e o que fazer depois que a IA comete um erro. Ele explora as formas como as empresas promovem suas próprias soluções de IA e se suas estratégias representam riscos. E oferece conselhos práticos a gestores que desejam divulgar seus sistemas de IA protegendo suas marcas e fortalecendo a confiança dos consumidores.

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O CEO da Kaspi.kz escreve sobre o design de um superApp essencial

Em 2007, a Kaspi era um banco sem presença online, lutando para sobreviver em meio à crise financeira global. Hoje é a plataforma mais usada no Cazaquistão para serviços financeiros e governamentais, pagamentos e comércio eletrônico. Como a Kaspi promoveu uma transformação tão drástica? Com foco inabalável em tornar tudo mais barato, rápido e conveniente para os clientes. No centro dessa missão esteve a decisão de criar um superapp, reunindo em um só lugar todos os serviços digitais necessários para gerenciar a vida das pessoas. Qualquer funcionário pode sugerir um novo produto ou recurso para o aplicativo, mas a Kaspi desenvolve apenas as ideias com maior potencial de melhorar a experiência diária do cliente. Além disso, a empresa é rigorosa na coleta de feedback detalhado dos usuários sobre o que gostam ou não, usando essas informações para aprimorar sistematicamente suas ofertas. Esse foco em qualidade e utilidade compensou: a Kaspi é a empresa de tecnologia com maior penetração e maior engajamento em seu mercado doméstico.

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Da previsão à transformação

O problema

As previsões feitas por inteligência artificial frequentemente melhoram a qualidade de decisões específicas, mas podem ter um efeito disruptivo sobre sistemas de tomada de decisão como um todo.

Por que isso acontece

As decisões geralmente combinam previsão com julgamento. Quando as previsões são extremamente precisas, como pode ocorrer com a IA, os direitos de decisão tendem a migrar para onde o julgamento ainda é necessário, o que pode mudar quem toma as decisões e também onde, quando e como elas são tomadas. Além disso, previsões mais precisas em uma parte do sistema têm efeitos em cascata sobre outras partes.

A solução

Na ausência de comunicação perfeita e instantânea, organizações e cadeias de valor inteiras precisam criar sistemas que equilibrem modularidade no design com coordenação. A modularidade permite que muitas decisões sejam tomadas com base em fatores observáveis localmente, enquanto a coordenação permite que as decisões sejam otimizadas em uma rede mais ampla.

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A Inteligência Artificial pode realmente aumentar suas vendas?

Embora cada vez mais empresas estejam aplicando tecnologias sofisticadas aos processos de vendas, pesquisas indicam que a maioria não as utiliza de forma eficaz — e algumas nem sequer as utilizam. Mesmo os sistemas de gestão de relacionamento com o cliente (CRM), que organizações de vendas digitalmente maduras adotaram há décadas, não estão sendo aproveitados em todo o seu potencial. E recentemente, novas ferramentas e modelos de inteligência artificial estão modernizando o comércio, portanto a pergunta mais importante agora é se essas ferramentas realmente podem aumentar as vendas.

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Uma estratégia mais inteligente para o uso de robôs

Apesar dos avanços na tecnologia de automação, a promessa de uma automação produtiva e flexível, com envolvimento mínimo de trabalhadores humanos, ainda está longe de se tornar realidade, por dois motivos principais. Primeiro, a adoção da tecnologia de automação tem sido limitada. Segundo, quando as empresas automatizam, o ganho em produtividade tende a ser acompanhado por perda de flexibilidade nos processos, resultando no que os autores chamam de automação de soma zero. Este artigo apresenta o conceito de automação de soma positiva, que permite alcançar produtividade e flexibilidade. Para isso, as empresas precisam desenvolver tecnologias que facilitem o treinamento e a correção de erros por funcionários da linha de produção; usar uma abordagem de baixo para cima para identificar quais tarefas devem ser automatizadas; e escolher os indicadores corretos para medir o sucesso. E sempre analisar os resultados para otimizar a estratégia mais inteligente no uso de robôs.

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Agora todos somos programadores

A inteligência artificial generativa e outras ferramentas de software fáceis de usar podem ajudar funcionários sem experiência em programação a se tornarem programadores competentes, ou o que os autores chamam de desenvolvedores cidadãos. Simplesmente descrevendo o que desejam em um comando, esses desenvolvedores cidadãos podem colaborar com essas ferramentas para construir aplicações inteiras — um processo que, até recentemente, exigiria fluência avançada em programação. Historicamente, a tecnologia da informação envolvia construtores (profissionais de TI) e usuários (todos os outros funcionários), com os usuários sendo operadores relativamente passivos da tecnologia. Esse modo de trabalho frequentemente significa que os profissionais de TI lutam para atender à demanda de forma oportuna, e surgem problemas de comunicação entre especialistas técnicos, líderes empresariais e usuários de aplicativos. O desenvolvimento cidadão levanta uma questão crítica sobre o destino final das organizações de TI. Como elas vão facilitar e proteger esse processo sem impor obstáculos excessivos? Rejeitar seus benefícios é impraticável, mas administrá-lo de forma descuidada pode ser ainda pior. Neste artigo, os autores compartilham um roteiro para introduzir com sucesso o desenvolvimento cidadão aos seus funcionários.

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Equilibrando segurança digital e inovação

Os designers de produtos digitais voltados para o consumidor têm tendido a focar na novidade e na velocidade (o famoso “mova-se rápido e quebre as coisas”). Eles dedicaram mais esforço à inovação do que a antecipar como os clientes — e agentes mal-intencionados — poderiam interagir com os produtos. Mas, à medida que os produtos digitais se tornam a principal forma de os consumidores se conectarem com outras pessoas, realizarem pagamentos e armazenarem informações privadas, essa visão precisa mudar. Os autores defendem que as empresas devem incorporar proteções no núcleo de seus produtos digitais — começando desde as fases iniciais do processo de design. Elas também precisam estabelecer um plano para melhorias contínuas e um diálogo com os clientes. O modelo de segurança digital desde o design pode facilitar a inovação, em vez de restringi-la, ao fornecer uma abordagem fundamentada para o desenvolvimento de produtos.

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