Veremos nesse artigo uma coletânea de textos e entrevistas de importantes pensadores e administradores sobre o marketing, tecnologia e recursos humanos.
Continuar lendo Agronegócio: Marketing, Tecnologia e RH – por uma inovação constante
Veremos nesse artigo uma coletânea de textos e entrevistas de importantes pensadores e administradores sobre o marketing, tecnologia e recursos humanos.
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O Sabiá-do-campo é um dos melhores imitadores de outras aves na natureza. Alguns indivíduos repetem o canto de até 6 espécies diferentes. Além dessas imitações, usadas na época reprodutiva (julho a dezembro), possui um canto próprio, onde lança mão dos chamados mais graves e agudos característicos, iniciando ou terminando a imitação.
Alimenta-se principalmente de invertebrados e frutos, bem como de filhotes de outras aves retirados dos ninhos. Dentre os invertebrados, os insetos (formigas, cupins, besouros) constituem a maior parte das presas.
Os frutos podem ser silvestres (neste caso de pequeno tamanho, engolidos inteiros) ou cultivados, como banana, mamão, laranja e abacate. As sementes não são digeridas, e atravessam intactas o tubo digestivo. A ave atua, assim, como dispersora das sementes dos frutos que ingere.
A maior parte do alimento é obtida enquanto a ave caminha pelo solo. Outros métodos de alimentação com presas animais são menos freqüentes, como a captura de insetos em vôo a partir de poleiros elevados, ou com saltos a partir do solo.
Frutos são coletados pela ave empoleirada; frutos de grande tamanho, cultivados, podem ter parte de sua polpa consumida após caírem ao solo.
Você quer criar uma empresa que usa a estratégia de compartilhamento? Em inglês, esse tipo de empresa pode ser chamada de Peers Inc, trata-se de uma empresa-plataforma formada inicialmente por amadores, como o Uber e o Airbnb, típica da economia do compartilhamento. Nesse artigo, a autora Robin Chase (escritora do livro Economia Compartilhada) ensina como criar uma infraestrutura flexível e convidativa para os participantes da rede de serviços (peers). Trata-se de um processo que atravessa quatro estágios, aqui sintetizados:
Continuar lendo As fases para criar uma empresa de compartilhamento
O número de usuários de e-money pode crescer muito em 2017, impulsionado pelo aumento dos smartphones, pela geração Y e pela busca de conveniência e velocidade do acesso via celular, além do investimento da Apple.

Em meio ao caos, oportunidades também podem ser encontradas, pois a maior produtividade depende de escolhas, e uma das mais importantes tem a ver com o uso da tecnologia. E é preciso tomar decisões muito específicas em relação ao uso da tecnologia para alavancar a produtividade.
Continuar lendo Para ser mais produtivo, liberte-se da tecnologia. Sério, da tecnologia?
Não adianta inovar sem estratégia; para serem bem-sucedidas hoje, as empresas precisam de uma proposta única de valor que incorpore tecnologias digitais de uma forma que dificulte a cópia dos concorrentes. Uma pesquisa com mais de 70 executivos seniores de 27 empresas mostra a importância de desenvolver uma estratégia de negócios vencedora que tire vantagem das tecnologias digitais. Nesse artigo são citados os casos reais, e muito práticos, de duas empresas de referência: Kaiser Permanente e Schindler Group
O consumismo na moda é uma grande ameaça, mas algumas empresas já tentam reduzir seu custo social e ambiental do novo modelo de negócios fast fashion.

Continuar lendo Em busca de uma fórmula sustentável para as marcas fast fashion
É a terceira vez que a companhia finlandesa Nokia se reinventa; seu CEO e chairman, Risto Siilasmaa, falou sobre as cinco metas da empresa.

A inteligência artificial, através da tecnologia do aprendizado de máquina (em inglês machine learning), já está sendo usada por empresas como a Amazon, para criar ofertas individuais por consumidor – o que está sendo chamado de “modelo de você”. O próximo passo é o surgimento de “modelos de você 360º”, que reúnam todos os movimentos de uma pessoa na internet, e de uma competição baseada em modelos.
As recentes avaliações bilionárias de algumas startups trazem preocupação ao lembrarem o período do boom das ponto.com no início dos anos 2000
Em tempos de “unicórnios” – startups avaliadas em mais de US$ 1 bilhão antes mesmo de abrirem o capital –, a preocupação com as “bolhas tecnológicas” voltam a rondar os investidores. O que se pergunta hoje é se a situação é parecida com a da bolha da virada do milênio.
Continuar lendo O mercado corre o risco de uma nova bolha das empresas de tecnologia?