Liderança pós-management

Nas vésperas de estrear seu programa de televisão sobre o assunto, César Souza afirma, em entrevista exclusiva, que vivemos um apagão de lideranças que precisa ser superado.

Como o leitor classificaria uma época em que o líder exemplar dos jovens vem de reality shows televisivos que estimulam a hipercompetição e cujo bordão é “Você está demitido”? O consultor de empresas César Souza, experiente executivo internacional da Odebrecht, escolheu caracterizá-la como “época de escassez de líderes” e ainda lhe acrescentou um complemento: “e dos ultrapassados modelos de liderança”. Segundo ele, o líder em vigência ainda é, basicamente, o mesmo do pós-guerra do século 20.

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O poder das mulheres no mercado

As mulheres representam o grupo econômico mais importante do planeta. Uma força de trabalho de 1 bilhão de pessoas, responsável pela maior parte do gasto mundial anual em bens e serviços. Sofisticadas e exigentes, as consumidoras lideram as decisões de compra em praticamente todos os setores, segundo esta reportagem

As mulheres representam o grupo econômico mais importante do planeta. Uma força de trabalho de 1 bilhão de pessoas, responsável pela maior parte do gasto mundial anual em bens e serviços. Sofisticadas e exigentes, as consumidoras lideram as decisões de compra em praticamente todos os setores, segundo esta reportagem.

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As novas fronteiras das universidades corporativas

O auge das universidades corporativas, que surgiram nos Estados Unidos nas décadas de 1950 e 1960 e logo se expandiram pelo mundo, já passou? Alguns afirmam que sim e colocam sua eficácia em dúvida. No entanto, elas não deixam de ser exemplos valiosos da evolução –que parece sem volta– das empresas também em instituições de ensino.

O artigo “Is the traditional corporate university dead?”, publicado na Forbes.com em setembro de 2011, Karl Moore se pergunta se as universidades corporativas são um anacronismo neste novo mundo globalizado, onde tanto a tecnologia como os modelos de negócio sofrem transformações constantes. Vale a pena refletir a respeito do formato, mas, ao menos, sua razão de ser original continua absolutamente atual e, na verdade, cada vez mais relevante: é o reconhecimento de grandes líderes empresariais de que capacitar o pessoal é fundamental para a sobrevivência da companhia e importante demais para ser delegado a uma organização externa.

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