O Princípio de Oz

Leia nesse artigo o primeiro capítulo e um resumo do livro “O princípio de OZ” – O Mágico: buscar mais accountability (responsabilidade individual) nas empresas.

É amplamente sabido que negócios fracassam, na maioria das vezes, por erros de gestão. No entanto, raros são os executivos que admitem o fato. Em vez de assumir a responsabilidade pelas derrotas, grande parte deles arruma desculpas, como falta de recursos disponíveis, falta de funcionários eficientes, falta de escrúpulos da concorrência. O que falta mesmo a esses gestores, contudo, é accountability.

Empresas muito hierárquicas, como costumam ser as brasileiras, têm déficits agudos de accountability. Esse livro busca ilustrar e resolver o problema, com uma metodologia passo a passo que ensina você e qualquer pessoa de sua empresa a puxar para si a responsabilidade e a ter um senso de dono. O primeiro capítulo, aqui reproduzido na íntegra, explica a divertida e educativa analogia com a história d’O Mágico de Oz.

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Cultivando o investimento de impacto

Modalidade de investimento de impacto precisa vencer barreiras para crescer e cumprir sua maior vocação. Imagine um mundo em que seja possível fazer investimentos com sólidos retornos e, ao mesmo tempo, assegurar que esse capital gere benefícios para a sociedade. Essa é a promessa de uma abordagem que ganha cada vez mais força em todo o mundo: o investimento de impacto.

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Sabiá-do-campo

sabiá do campo

O Sabiá-do-campo é um dos melhores imitadores de outras aves na natureza. Alguns indivíduos repetem o canto de até 6 espécies diferentes. Além dessas imitações, usadas na época reprodutiva (julho a dezembro), possui um canto próprio, onde lança mão dos chamados mais graves e agudos característicos, iniciando ou terminando a imitação.

As fases para criar uma empresa de compartilhamento

Você quer criar uma empresa que usa a estratégia de compartilhamento? Em inglês, esse tipo de empresa pode ser chamada de Peers Inc, trata-se de uma empresa-plataforma formada inicialmente por amadores, como o Uber e o Airbnb, típica da economia do compartilhamento. Nesse artigo, a autora Robin Chase (escritora do livro Economia Compartilhada) ensina como criar uma infraestrutura flexível e convidativa para os participantes da rede de serviços (peers). Trata-se de um processo que atravessa quatro estágios, aqui sintetizados:

  1. Núcleo (kernel) controlado;
  2. Todo mundo é bem vindo;
  3. Desequilíbrio de poder;
  4. Paridade de poder;

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