Studio Bar
Uma instituição roqueira na noite belo-horizontina na década de 90, a casa voltou à carga total no fim de 2007 depois de passar seis anos com as portas fechadas.
Além de quadros e cartazes exibindo ícones do rock, grafites assinados pelo músico Luís Lopes (da banda mineira Virna Lisi) e por outros artistas locais pontuam a decoração dos cinco ambientes, com capacidade para acomodar 500 pessoas.
O galpão, que reúne palco, pista principal e mezanino, recebeu cuidado especial na acústica, sobretudo para não incomodar a vizinhança.
O eclético cardápio musical serve como combustível da balada. Se o rock é ainda o estilo mais tocado, atualmente há espaço também para apresentações de jazz, salsa e chorinho.
Um público alternativo também bate ponto para conferir projetos com bandas independentes. Antecedidos por DJs residentes e convidados, os shows ocorrem apenas às sextas e sábados.
Para beber, cerveja long neck da marcas Stella Artois, Sol e Heineken.
Fazem boa companhia a porção de rissole de queijo e a de quibe recheado com catupiry.
Mais detalhes, endereço e horários no site:
www.studiobar.com.br
Fonte: Revista Veja Belo Horizonte |